Pré-supervisão pra quando a dúvida aparece longe do horário da supervisão. Avaliação, formulação em rede e intervenção pela função, no jeito que eu penso os casos em Terapia Baseada em Processos.
Ela aparece na noite antes da sessão, ou no caso que parou de andar e tu não sabe se o problema está na técnica ou na formulação. Nessas horas, pensando sozinho, é fácil escolher a técnica pelo nome e perder de vista o processo que ela precisa mexer.
O Lino é o colega pra essas horas. Tu manda a dúvida, por texto ou áudio, e ele responde curto, com coisa que dá pra usar na sessão de amanhã.
O que investigar e como medir: a pergunta pronta pra sessão e o instrumento da Biblioteca HumanTrack.
Organiza o caso pelos domínios do EEMM e aponta o nó central, a alça de manutenção e a alavanca.
Até três técnicas de ACT, TCC, DBT e outras, cada uma com o processo que ela mexe e como montar com o paciente.
Um foco pra próxima sessão, o porquê em uma frase e um jeito concreto de fazer.
O cartão diário do paciente, ligado aos processos do caso e pronto pra copiar.
Insegurança, cansaço, o caso que pesou. Ele acolhe primeiro e depois te ajuda a achar o próximo passo.
Ele responde só o que tu perguntou. Sem aula, sem lista de técnica solta. Quando falta informação, faz uma ou duas perguntas antes de sugerir qualquer coisa.
Na entrada, tu responde 6 perguntas e recebe teu perfil inicial, com as áreas pra desenvolver. Daí pra frente, ele ajusta as respostas ao teu momento na clínica.
Depois que tu conta o caso, é só pedir. O material chega como imagem no WhatsApp e num link pra abrir grande.
Exemplo com caso fictício
Habilidade clínica se aprende variando e recebendo retorno. O Lino tem três jeitos de fazer isso.
Tem uma conversa difícil pela frente? O Lino faz o paciente do teu caso e tu treina a fala. No fim, vem o retorno: o que funcionou, um ajuste e uma fala alternativa.
Pacientes simulados prontos: a Renata, que resiste calando, e o Diogo, que resiste falando. Eles reagem à tua conduta, e o retorno sai por uma rubrica de habilidades.
Em vez de responder direto, ele pergunta o que tu pensa e te dá pistas. Pra quem quer aprender a formular sozinho.
Digita / no chat do Lino e aparece a lista de atalhos, cada um com o que faz. Ou escreve ajuda e toca no modo. Ou só pede com tuas palavras, que ele entende igual.
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Manda o e-mail da compra e o acesso libera na hora.
Leva uns 3 minutos e gera teu perfil inicial.
Quando quiser, por texto ou áudio, durante 1 ano.
Psicólogo clínico, professor e coordenador no Instituto Wainer de Pós-Graduação. Na Lógica Psicológica, supervisiona e ensina psicólogos a pensar os casos por processos, com a Terapia Baseada em Processos, o EEMM e a psicopatologia em rede.
"Eu fiz o Lino pra ser o colega que tu chama quando o caso trava e eu não estou por perto."
Ele apoia teu raciocínio. A decisão e a responsabilidade clínica continuam sendo tuas.
Os casos vão sem nome nem dado que identifique o paciente. E "apagar meus dados" apaga tudo que ele guardou.
Diante de risco, ele orienta o que a literatura recomenda e lembra que a ajuda humana é essencial.
Quando o caso pede mais do que dá pra resolver por mensagem, ele te indica supervisão direta comigo.
Não. Qualquer psicólogo pode usar o Lino.
Ele raciocina por processos e sugere técnicas de ACT, TCC, DBT, esquema, exposição e outras, escolhidas pela função. Se tu trabalha com terapias baseadas em evidências, ele conversa bem contigo.
Não. O Lino já está incluso. É só chamar ele no WhatsApp e seguir as instruções da área de membros.
Pode. Ele entende texto e áudio.
Pode. A psicoeducação e o cartão de enfrentamento vão pra um link fixo por caso, que o paciente instala no celular e que se atualiza a cada material novo. O nome do paciente nunca passa pelo Lino. Antes de mandar, dá uma lida e ajusta o que precisar.
Não precisa lembrar. Digita / no chat e aparece a lista de atalhos com o que cada um faz. Ou escreve ajuda e toca no modo.
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